Uns minutos para falar da estreia de Paulo Rocha, em 1963, naquilo que se teima em chamar a "Nova Vaga de Cinema Portugu\xeas". Um romance tr\xe1gico, como todos os romances da realidade, um acidente em super c\xe2mara lenta com Lisboa e a guitarra de Carlos Paredes a servirem de omnipresentes personagens secund\xe1rios. A vers\xe3o que roda agora pelo videoclube do Sr. Joaquim \xe9 uma gloriosa digitaliza\xe7\xe3o 2k, em FullHd, que s\xf3 peca pela ranhosa legendagem ianque que tem embutida e n\xe3o sai nem \xe0 chapada.