Em 1976, chegou ao Brasil o filme "Um Estranho no Ninho", obra do diretor tcheco Milo\u0161 Forman, que contava com o talento do ent\xe3o astro de Hollywood em plena ascens\xe3o chamado Jack Nicholson. Com um or\xe7amento de pouco mais de 4 milh\xf5es de d\xf3lares, o filme foi um sucesso absoluto! Al\xe9m de arrecadar mais de 160 milh\xf5es de d\xf3lares, "Um Estranho no Ninho" tamb\xe9m surpreendeu ao tornar-se o segundo filme na hist\xf3ria a ganhar os cinco principais pr\xeamios do Oscar: Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Dire\xe7\xe3o, Melhor Roteiro e Melhor Filme. Com uma hist\xf3ria bastante envolvente, nos deparamos com personagens d\xfabios, que colocam sobre o espectador a responsabilidade do "julgamento". Como um homem preso por estupro, que se passa por algu\xe9m com problemas mentais, consegue tornar-se simp\xe1tico e caloroso com pacientes de uma institui\xe7\xe3o psiqui\xe1trica? Como uma enfermeira que, diariamente, trabalha com pessoas \xe0 beira de um colapso, torna-se uma pessoa pouco afetiva e muitas vezes \xe9 vista como uma vil\xe3? Rafael Arinelli recebeu Pedro Amaro (Canal Claquete), Caio de Aquino (Sess\xe3o Comentada) e Julia Barth (Emerald Corp) para debater o que fez de "Um Estranho no Ninho" um cl\xe1ssico amado pelos cin\xe9filos. Como o filme constr\xf3i uma narrativa que sugere reflex\xf5es sobre regimes totalit\xe1rios, movimento hippie e humanidade no tratamento psiqui\xe1trico? Enfim, um papo muito legal sobre um dos filmes que marcou a hist\xf3ria do cinema! Coloque seu fone, respire fundo e venha para essa terapia em grupo de forma sonora.